sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

2009 "Um ano para lembrar quem você realmente é"

Então pense , 2009 esta chegando ai... e Você, quem VOCÊ realmente é?

Uma reflexão que pode ajudar a entender um pouco mais sobre si mesmo!
Boas festas e Deus Abençoe a todos!


hahahaha bem o post nao foi nada jornalistico, nem ajuda a encontrar parte de VOCE que esta esquecida..Mas o importante é se conhecer melhor e seja FELIZ!!!!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Me desculpe Diego

Aqui vou eu...devo um grande pedido de desculpas ao professor Diego ...pelo texto ENTREVISTA COM O PROFESSOR DIEGO...como alguns sabem não ui eu quem escreveu esse texto, mas sim minha irmã Juliane ao meu pedido..a culpa não foi dela...a pedi que fizesse uma entrevista qualquer e postasse pra mim já que como muitos sabem eu não gosto muito de internet..Enfim..ela sabia que de algumas coisas do Diego porque em um breve momento fomos bons amigos e claro que devo reconhecer que não procede as respostas dada dele pois não houve entrevista alguma...não a culpo porque a responsabilidae foi minha..ela não tem nada a ver...postou sem eu ver antes e acabei deixando de lado porque estava cheia de matérias para fazer já que como meus amigos sabem eu não costumava postar nesse blog...Peço sinceramente desculpas à todos e reconheço que algumas matérias desse blog não fui eu quem as criou sendo de minha responsabilidade..o texto estava aqui até hoje pois o processo de exclusão da matéria não foi feito...Reconheço que errei...fui desleixada, consenti com o erro, mas é certo que não fiz o texto...o que não tira minha culpa..O professor Diego é um grande profissional por isso peço desculpas novamente..espero não tê-lo prejudicado, não ocorrerá novamente..Afinal um jornalista não pode errar, mas se errar que tenha a coragem de dar a cara a tapa e reconhecer o erro...Se analisarem o texto veram que as respostas têm mais de três ou quatro linhas..coisa que aprendemos na faculdade que não devemos fazer..e nem perguntas banais..Acho que é isso...Me perdoem..Simone Vitorino

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Estive pensando...(Crônica)

Por:Gael Gonçalves

hoje durante o dia me deu uma vontade de ler as matérias que são postadas aqui no blog.Bem como "escritor" do blog eu acompanho quase todas as matérias que publicam e notei que este espaço está um tanto "abandonado",desatualizado,esquecido..."De forma que" começei a ler e bateu a saudade de escrever,então pensei: porque não? Ao ler as antigas linhas de quando estávamos apenas começando a traçar nossa postura como escritores do blog,eu pensei,lembrei,analisei,refleti e então pensei de novo,esse site possibilitou a forma de expressão e excercício como jornalistas,aos colaboradores do "Porvilho do Povo" um parabêns!E também (não poderia faltar) um obrigado aos colegas com os quais pude aprender,compartilhar,dividir momentos de imenso aprendizado e também os melhores e os mais engraçados momentos de bastidores durante as postagens e as entrevistas feitas!

Para os meu amigos,eles sabem o quanto eu gosto e respeito esse Porvilho do Povo,pois esse projeto acadêmico possibilitou a criação do meu próprio Blog(que também anda esquecido e precisa de um Up para funcionar pra valer,mas ainda está em construção!) e olha que eu nem pensava em ter meu próprio espaço,pois já estava bem contente aqui,porem a ambição existe não é mesmo?

Voltando para o assunto Porvilho eu me senti orgulhoso, por ver um trabalho bem feito e saber da competência dos meu colegas de classe! Às minhas amigas sou até suspeito para falar,então essa parte deixa para a homenagem ...É um comprometimento prazeroso participar da criação e execução das pautas propostas em sala e já estou até emocionado em relembrar esse tempo.

Até poderia postar sobre o quadro econômico brasileiro,ou sobre o espaço cultural curitibano,até mesmo sobre o Crystal fashion(é relevante também), ou ainda os times estaduais e tem mais, a política,a educação, a saúde etc. Mas hoje o momento foi de crônica,precisava conversar com o leitor e nao apenas jogar uma matéria quadrada e limitada sobre algum acontecimento ou alguma guerra ,ou sabe mais o que está acontecendo nesse momento e para atualizar essas informações acabaria nem postando por hoje.Começo a perceber uma inclinação pela tal da crônica,mas esse é outro tópico para depois...

O momento é de tensão com o TCC vindo aí(dá um frio na barriga e no corpo todo) de fato é um tempo decisivo em nossas vidas e qual será o tema do tão esperado projeto final? O mistério vai começar a ser lapidado e para alguns não há indecisão nem nervosismo para outros o pavor rodeia e uma nuvem escurece a visão de quem tenta enxergar além do horizonte.Como diz uma passagem que li esses dias:"O tempo está próximo" e é isso aí...pra não cansar a vista e tudo ficar turvo e embaçado fica uma parte "continuação"....

Desejo a todos uma Ótima semana e que Deus ilumine a mente e o coração da gente!
E para os que já sabem: Comentem!!!
excepcionalmente hoje nao tem frase do dia,pois estou sem minhas queridas frases!
fica aí uma de "minha própria autoria eu que fiz"

"A palavra tem poder,acredite no poder da sua palavra"

(ah tentei né,não sou filósofo nem sábio,mas foi de coração)

Obrigado vocês!
beijos e abraços pessoas...

quinta-feira, 24 de julho de 2008

A voz de Frank Sinatra

Por Ânderson Mendes

Considerado a voz do século XX, Frank Sinatra emociona aos jovens da atualidade, mesmo após 10 anos do aniversário de morte. “As mulheres o desejam, os homens o invejam.”, frase muito ouvida em sua época, e que ainda hoje soa juvenil.

Sinatra era filho de italianos, nasceu em New Jersey, e era classe média nos Estados Unidos. Nunca traiu suas origens em família, mas ganhara um perfil muito americanizado. Fora casado com três mulheres.

Ganhou um oscar como ator coadjuvante no filme A Um Passo da Eternidade, 1953. E, com a música My Way voltou a cantar em grande estilo. Frank Sinatra sempre surpreendeu seu público, e diziam que ele tinha uma vida de novela, onde a emoção falava mais alto.

Dueto com outros cantores de renome é o maior marco na carreira do cantor, que cantou ao lado de Tom Jobim em plena Bossa Nova. Emocionou, e se emocionara com um dos maiores públicos que já teve quando veio ao Brasil, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Ao pesquisar na web com a pergunta: O que você conhece e/ou gosta no cantor Frank Sinatra?/ What you like, or know about singer Frank Sinatra? Internautas descrevem seu gosto pelo cantor:

"Apenas a melhor voz de todos os tempos da música americana, ‘tá bom’, era tão bom que seu apelido era The Voice, ou a voz, ator, músico, cantor, dançarino um artista completo, ouça My Way, com Frank Sinatra e depois me diga o que achou!"

"Okay here goes but most folks put their eyes up when they read this... (everyone gets eyes ready to roll) My best friend growing up was a second cousin to Frank Sinatra. We grew up in Staten Island NY and he was from Hoboken NJ, just across the bridge, where most of her other relatives lived. I wish I had half his talent for adlib in singing ... Nobody can dress up a lyric like he could! He also died on my birthday. :( "

Abaixo vídeo disponível no Globo.com:




segunda-feira, 7 de julho de 2008

Novo Decreto de Lei Seca é inflexível

Por Ânderson Mendes

Desde aprovada em 19 de junho, a lei seca, permanente, para os motoristas, criaram-se discussões acerca do texto do decreto que tem deixado a população com uma dúvida em relação à aplicação em todo o país, e qual a quantidade considerável para não sofrer nenhuma penalidade no trânsito.

A lei prevê que o motorista deve ter uma quantidade de até 2 decigramas de álcool por cada litro de sangue. Bombons, remédios, e anti-séptico bucal que têm uma quantidade considerada baixa do teor alcoólico estão dentro das normalidades feitas em estudos antes da aprovação. Outras bebidas, como cerveja, vinho e cachaça têm valores que podem ser constados no bafômetro. Mas esse valor pode variar de acordo com o tempo em que o motorista tomou a bebida, ou até mesmo pelo organismo de cada pessoa.

A lei brasileira equipara-se as leis de mais de 80 países, como Qatar, Jordânia, e Emirados Árabes Unidos que consideraram sua lei não bastante flexível, como a de países da Europa e Estados Unidos que há uma flexibilidade maior para os motoristas, inclusive na questão jurídica. No Brasil a punição aplicada ao motorista é a multa no valor de R$955, 00, e a perda da carteira.

Há motoristas que forçam a situação e discriminam a lei, pois ela não tem nenhum fundamento em que a sociedade participara da aprovação, e ao menos condiz com a realidade brasileira. “Quanta imbecilidade, basta dois copos de cervejas e uma direção pra que eu seja comparado ao Fernandinho Beira Mar, assaltantes, traficantes e estupradores. Irão tapar os buracos das BR’s e dá segurança aos caminhoneiros?” Indaga Fernando Barreto de Olinda/PE.

Publicado pela agência de notícias Folha, sobre a posição da OAB, o advogado Ivan Grama diz que a lei é exagerada: “Prisão provisória é uma violência grande. Sou favorável ao enrijecimento da legislação, mas do ponto de vista pecuniário: multas elevadas.". Em outros casos, advogados orientam motoristas a não fazer o teste do bafômetro, pois nenhum cidadão pode produzir prova contra si mesmo, salvo pela constituição, devendo ser questionada na justiça.

Além da lei seca, fora aprovada também a lei que proíbe em rodovias federais o consumo e a comercialização de bebidas alcoólicas, que garante à proximidade rural maior fiscalização aos motoristas. Pelo levantamento do ano anterior, mostra que a maioria dos acidentes em rodovias é por embriaguez, o mesmo motivo ocorre nos centros urbanos, com maior intensidade durante a noite e finais de semanas.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Melhor atividade



Muitos se foram...e muitos surgiram...muitos ainda irão...e muitos restarão...mas no momento, quem resta somos nós...Nós brigamos, falamos mal um do outro, mas a gnt também se ajuda na medida do possível, a gnt dá risada,...mas gnt.. a verdade é que a gnt é feliz assim...BOAS FÉRIAS GALERA!!!!

Bom, eu na veradade não fui uma "postadora" ativa no blog, hehehe, mas né "nunca é tarde para contribuir", de todas as atividades postadas, a que na minha opinião foi a mais legal, foi a entrevista com alguém que virou "popstar" da internet...No meu caso foi a entrevista com o "grande Givaaaaaaa" Givanildo do sem meias palavras...Foi uma oportunidade muitoooo legal...Além de ter me sentido uma grande jornalista, ele foi um entrevistado muito simpático e engraçado, porque sempre gostei do sem meias palavras...o pessoal da sala deve lembrar, passava horas procurando novos personagens do youtube...Achei muito legal porque senti nessa disciplina a vontade de ser uma espécie de webwriting curitibana...Hoje trabalho também na área, com web 2.0... e tenho certeza que isso começou com o blog da nossa turma...Por mais que eu não postasse periodicamente, as minhas participações foram divertidas, pelo menos para mim...Adimito que no começo pensei, JOGOS???? que matéria é essa, economia que é bom a gnt não tem nada´na grade né...Peço desculpas para vc Professor, por quem sabe não ter levado muito a sério o blog...Mas garanto uma coisa, essa matéria foi essencial para mim, Bruna, como pessoa...e como profissional!


VALEU HARMATA...





Ps: desculpe a demora para postar...hehehe





Galera lembram dessa foto???tá aeee para todos BEIJOSSSSSSS

O poder judiciario e a mídia


Entrevista com Dr. Alceu Martins Ricci Filho, Juiz de direito da 1ª vara Criminal de Paranaguá e juiz responsável pela vara eleitoral.

Dr. Alceu já concedeu entrevistas para jornais, meios televisivos, como O Fantástico, Paraná TV, ente outros. Um dos casos mais famosos, que caiu em suas mãos para ser julgado, foi o caso dos mendigos de Paranaguá. Fala também a respeito de como lidar com a mídia, quando escândalos como o dos mendigos, vem à tona na sociedade.

Caso dos mendigos

1) O senhor já foi entrevistado anteriormente ? Por qual veículo de comunicação ? Como foi a sensação?

R) Sim. Diversas vezes, em razão do exercício do cargo de Juiz de Direito e Juiz Eleitoral. Em jornal, rádio e televisão. A sensação foi muito boa, pois em todas as ocasiões houve a oportunidade de prestar esclarecimentos e orientações sobre assuntos de interesse geral. Pessoalmente, embora a extroversão não seja parte de meu caráter, o sentimento nas entrevistas concedidas foi de satisfação em participar de acontecimentos relevantes da sociedade e cumprir meus deveres funcionais.

2) Sobre entrevistas muitos dos nossos professores e jornalistas ensinam que o entrevistado deve estar suficientemente à vontade para falar mas não suficientemente confortáveis para controlar a entrevista. O senhor, como entrevistado, o que acha disso? Em suas entrevistas o senhor controlava ou era controlado? Qual sua opinião sobre a pessoa que o entrevistou? O repórter foi capaz de chegar ao ponto que era necessário para publicar a matéria?

R) Concordo que o entrevistador deve achar o ponto ideal: manter o controle da entrevista para não se desviar do objetivo, sem, no entanto, tolher o entrevistado, o que também prejudicaria a entrevista. Os juízes, ao inquirir testemunhas, também devem observar esta técnica visando à busca da verdade: o depoimento deve fluir, mas o juiz deve controlar a situação conduzindo a testemunha para ser objetiva e abordar apenas o que é relevante ao processo.
Nas ocasiões em que fui entrevistado eu não percebi se o repórter conduziu a entrevista como deveria, mas nunca me senti controlado.

3) Há alguma restrição sobre o Juiz pronunciar-se em entrevistas sobre casos que estão na mídia?

R) Na condição de julgador, o que exige imparcialidade, o juiz deve conduzir-se socialmente de forma reservada, o que inclui agir com cautela em relação aos lugares que freqüenta, às suas atividades e às suas opiniões.
Em relação aos casos que estão sendo tratados em processos em que o juiz atua, ele deve se pronunciar apenas nos autos, em suas decisões, por escrito, sob pena de antecipar sua decisão. Para a garantia da ampla defesa dos cidadãos, os processos devem seguir um roteiro que é traçado pela lei e o juiz não pode fugir do procedimento previsto. A sentença, ou decisão final, somente pode ser proferida depois de colhida toda a prova e apresentados os argumentos dos envolvidos. Se o juiz se pronuncia antes do tempo, presume-se que ele foi parcial.
É claro, em alguns casos que se tornam públicos e polêmicos, o juiz, evitando prejulgamentos, até mesmo deve prestar alguns esclarecimentos, como forma de prevenir distúrbios sociais, reparar distorções de pessoas mal intencionadas e afastar influências nocivas.
Devo lembrar que em alguns processos exige-se total sigilo, seja em razão da condição das pessoas envolvidas, seja para evitar prejuízo ao esclarecimento da verdade ou por interesse social. E este sigilo ou é previsto em lei ou é decretado pelo juiz no caso concreto.

4) Existe alguma orientação na escola de magistratura ou na própria faculdade de direito sobre o relacionamento do juiz com a mídia?

R) Não. Cada juiz segue seu bom senso e aprende por si, com suas experiências. E eu acredito que esta ausência de orientação é uma deficiência na preparação do profissional do direito, que, no entanto, tende a ser reparada ante as atuais exigências da sociedade.

5) Muitos dizem que advogados, juízes e promotores costumam não ter uma boa relação com jornalistas. O senhor considera isso verdade? Por que?

R) Quanto aos advogados, eu acredito que esta não é uma realidade porque os naturais interesses decorrentes da defesa de seus clientes muitas vezes exigem um bom relacionamento com a imprensa.
A natureza da atividade dos juízes e promotores é distinta. Conforme já afirmado anteriormente, estes não são preparados para a relação com a mídia e, tradicionalmente, mantiveram-se dela afastados, o que impediu o necessário aprendizado. Mas esta situação está mudando para melhor.

6) O senhor já teve algum sério problema com a imprensa, ou já ocorreu de a imprensa atrapalhar algum caso tratado em processo judicial?

R) Sim. Em alguns casos em que atuei como juiz houve interferências prejudiciais que exigiram estratégias ou providências de minha parte, às vezes diplomáticas, às vezes rigorosas, às vezes criativas. E isto ocorreu, entre outros, em processos polêmicos de adoção de crianças, que, por lei, devem ser sigilosos, em alguns processos que tratavam de crimes de repercussão na comunidade, em processos que envolviam pessoas influentes ou em procedimentos relativos às eleições para cargos públicos.

7) Qual a sua opinião sobre a imprensa ser considerada o quarto poder?

R) Informação é poder. Controlar um veículo de informação é ter poder. Porém, não concordo com a afirmação de que a imprensa é o “quarto poder” em analogia aos três poderes previstos na Constituição Federal - Executivo, Legislativo e Judiciário, pela simples constatação de que os veículos de informação são descentralizados, ou seja, estão sob o controle de diversos grupos, com diferentes interesses, a gerar naturais conflitos e impedir uma atuação harmônica, organizada e eficaz de forma suficiente a caracterizar um “quarto poder”.
Os detentores do controle dos veículos de informação têm, sim, poder, mas este se restringe ao seu público alvo e pode ser atenuado ou suprimido pelo poder de outro veículo, controlado por outro grupo com interesse distinto.


8) Professores e jornalistas também costumam ensinar que, nas entrevistas que fazem, eles sempre sabem, mais ou menos, quais serão as respostas. O senhor já percebeu se isso aconteceu nas vezes em que o senhor foi entrevistado? O jornalista dominava realmente o assunto? Em algum momento o senhor já se perguntou "se ele já sabe a resposta, qual a razão da pergunta?"

R) Eu creio que, para bem desempenhar sua tarefa, o jornalista deve previamente colher o máximo de informações sobre o assunto a ser tratado na entrevista, pois somente assim terá condições de fazer as perguntas certas e bem conduzir a entrevista. E assim deve ser porque as respostas não são para o entrevistador, mas para o público a quem a informação é transmitida. Agindo o entrevistador desta forma, certamente terá antecipada noção, ao menos aproximada, da resposta.
Nas minhas experiências como entrevistado já me deparei com repórteres de todos os níveis. Alguns demonstraram ter bastante conhecimento da matéria; outros, por tratar de assuntos muito técnicos, souberam fazer as perguntas certas, mas se informaram apenas depois das respostas dadas; outros, infelizmente, escancararam seu total desconhecimento, demonstrando desrespeito em relação ao entrevistado e, principalmente, ao público destinatário da informação.

9) Sobre "vazamento de informações", alguns juízes costumam falar que não gostam do fato de que a imprensa recebe, em primeira mão, denúncias envolvendo seus casos. O senhor concorda com isso? Já aconteceu algum caso de "vazamento de informação" com o senhor?

R) A atividade dos juízes é essencialmente presidir processos que tratam de casos concretos e proferir o julgamento. Em regra, os processos são públicos, isto é, todas as informações que dele constam são acessíveis a qualquer pessoa. A única espécie de “vazamento de informações” que pode ocorrer é a indevida publicidade de informações em processos em que foi decretado o segredo de justiça, que tratam de questões sigilosas.

10) O senhor acredita na idéia de que os membros do Poder Judiciário que possuem melhor relacionamento com a imprensa são os que tencionam buscar holofotes?

R) Não entendo a questão desta forma. A qualidade do relacionamento do juiz com a imprensa envolve respeito, basicamente. Respeito em relação aos profissionais, à atividade e ao público. Se este respeito for observado, torna-se conseqüência o bom relacionamento.
O Poder Judiciário, em muitos casos, depende da imprensa para prestar esclarecimentos e divulgar orientações; os órgãos de imprensa, por sua vez, objetivam informar seu público e o objeto da informação, muitas vezes, relaciona-se com a atividade dos juízes. Portanto, um bom relacionamento entre o Judiciário e a imprensa beneficia, prioritariamente, a sociedade.
Aqueles que meramente “buscam holofotes” não agem com respeito, pois priorizam seu ego. Para alcançar seu objetivo, desprezam pessoas e valores. Seu “bom relacionamento” com a imprensa é apenas aparente, pois é baseado em seu interesse pessoal.


11) Sobre a presença tão criticada da imprensa nas operações de busca e apreensão e a exposição indevida de pessoas, qual é a sua posição? Por exemplo: em 2005 o ministro Thomaz Bastos editou uma portaria determinando que essas operações deveriam acontecer "de maneira discreta", por se tratar de buscas e apreensões envolvendo juízes. O senhor já sofreu com algo do tipo, não investigação em si, mas por se tratar de alguma notícia que o envolvia? O senhor concorda com o fato de não expor juízes por exemplo, pelo fato se serem juízes, para preservar a "imagem da instituição" Judiciário?

R) Estabelece a Constituição Federal em seu artigo 5º, inciso LVII, que toda pessoa é inocente até que seja condenada por sentença judicial definitiva.
Na posição de juiz, que deve proferir seu julgamento apenas depois de juntadas todas as provas possíveis e ouvidos todos os argumentos dos envolvidos, na forma que a lei determina, entendo que toda pessoa que sofre uma acusação deve ser preservada até que seja definitivamente julgada mediante o devido processo legal.
É sabido de todos que em nome da busca da informação são praticados o sensacionalismo, a exploração inescrupulosa de fatos sob investigação, a exposição indevida da imagem de pessoas, as quais, muitas vezes, são comprovadamente inocentes. São diversos os casos conhecidos. E os prejuízos decorrentes são praticamente irreparáveis.
O profissional da imprensa tem a responsabilidade de informar, mas, sobretudo, de agir com ética.
Pessoalmente, em algumas oportunidades minha atuação jurisdicional foi questionada pela imprensa, ou por falta de informação ou pela defesa de interesses escusos. Mas, na maioria das vezes, tudo restou esclarecido, quase sempre no próprio veículo de informação, ao menos para quem buscou o esclarecimento.
Quanto ao último tópico de sua pergunta esclareço que o juiz é o agente do Poder Judiciário, é o Estado exercendo sua função de julgar, de estabelecer o equilíbrio entre as relações sociais, de reparar prejuízos sofridos e garantir direitos. Portanto, ele deve, sim, ser preservado e valorizado. Não por privilégio pessoal, que é odioso, pois todos são iguais perante a lei, mas por prerrogativa da função do juiz, para a garantia dos próprios jurisdicionados, das pessoas que necessitam e recorrem ao Estado/Juiz para exercer seus direitos. Devemos lembrar que o último refúgio dos cidadãos é o Poder Judiciário. Não há Democracia e Estado de Direito se o juiz é desguarnecido. Poder Judiciário fortalecido significa direitos individuais garantidos.

Por Bruna Nicz

WEB 2.0


Webwriting, a arte de transformar notícias em conteúdo volátil.


Hoje, grande parte das pessoas, procura informações da forma mais fácil e rápida possível. A internet proporciona para os leitores a economia de tempo e o maior número de informações adicionais.

Recursos criados por designers e profissionais de web, são cada vez mais usados por jornalistas e comunicadores, pois, hoje, a internet faz parte do cotidiano do antigo leitor que se esmerava em procurar notícias que não estavam nos jornais, tendo que recorrer a livros e materiais adicionais, muitas vezes para até mesmo poder entender o mundo das notícias dos impressos e da televisão.
Textos, áudios, vídeos e gráficos ganham cada vez mais espaço no cibermundo. Recursos de interação entre leitor e sistema de informação são essenciais no mundo das notícias. Narrativas construídas de forma multilinear, textos curtos e práticos, em alguma parte das vezes até mais fáceis e até mesmo mais “agradáveis” aos olhos do leitor. Tudo isso para garantir a melhor qualidade e praticidade para a ele.

É essencial hoje, a boa construção de um portal de informação, pois é um mercado que cresce mais a cada piscar de olhos. Assim também se faz necessário a formação de bons profissionais de mídia que tenham um olhar clínico sobre os mais diversos recursos hoje apresentados no mundo cibernético.

Para a estruturação de sistemas de informação bons e relevantes, é necessário profissionais especializados que façam a real diferença. Daí a importância do aprendizado de novas mídias na faculdade. É também essencial que bons sistemas administradores façam a ponte entre o jornalista e o leitor. Assim, para que a comunicação não esteja só voltada a quem lê, mas que esse leitor faça parte do processo leitura, profissionais da área da comunicação, entram no espaço cibermidiático, para garantir com seu conhecimento de organização de notícias, que haja um processo de troca de informação sobre o leitor e o jornalista, o administrador do conteúdo.

Em entevista Eduardo Favaretto que define o que é a Web 2.0, sem complicação, da forma que você entende...



Por Bruna Nicz

Profissão Voluntariado: quem se aventurou garante ter saído melhor da experiência

Fazer o bem sem olhar a quem.

É cada vez maior o número de pessoas que buscam ajudar as outras sem pedir nada em troca, segundo dados do Portal do Voluntário. No entanto, grande parte dos que desejam ingressar no voluntariado não sabe como e onde começar. Como afirma Fábio Cunha, conselheiro do Instituto Vida, que trabalha no Instituto Vida em Curitba com comunidades de baixo índice de desenvolvimento.

"O instituto trabalha de uma forma diferenciada da convencional, não é assistencialista. É uma instituição que trabalha com a prevenção em todas as áreas, ensinando as pessoas em suas comunidades a prevenir enfermidades, protegendo as fontes de água potável, construindo banheiros, melhorando as cozinhas e estabelecendo programas de vacinação, que reduzirão notavelmente os índices de enfermidades e morte." Também animam as pessoas a que plantem hortas e melhorem a nutrição de seus filhos (isto dentro do âmbito rural). Na área urbana, incentiva as pessoas a conhecerem melhor os cursos e projetos já existentes, como moradia, várias formas profissionalizantes que, geralmente, são ofertados para eles. Incentiva também as pessoas para que façam um banco de dados com estas várias informações e que fique à disposição de todos.

Em entrevista, algumas pessoas contam como foi a experiência de voluntariado, algumas que foram para o outro lado do mundo para servir aos outros, essas que garantem que saíram melhores após a experiência, como Dona Glycia Martins, 77 anos, voluntária há mais de cinquenta anos, na Instituição Luz em caminha. "Para ser voluntário, não é preciso ser especialista em alguma coisa. Todas as pessoas possuem capacidades, habilidades e dons para ajudar alguém."

Qualquer pessoa pode ser voluntária, independente do grau de escolaridade ou idade, o importante é ter boa vontade e responsabilidade. Eis a responsabilidade social, essa que ainda hoje é para poucos, mas que com a conscientização pode ser para muitos.

O professor Manuel Ferreira PHD em responsabilidade social, diretor do Instituto Politécnico de Leiria, Portugal afirma que no Brasil o voluntariado´cresce a cada dia mais. "Segundo dados do IBGE 54% dos jovens brasileiros querem ser voluntários mas não sabem por onde começar".

Aí algumas dicas de instituições para se voluntariar em Curitiba.

www.institutovida.org

www.meusonhonaotemfim.org.br

www.acaovoluntaria.org.br

www.portaldovoluntariohsbc.com.br

www.arrastao.org.br



Eu Bruna faço parte de uma, o Instituto Vida. Inclusive estamos precisando de voluntários para ajudar! Estamos com uma projeto de fotografia, que será trabalhado no jardim Solitude em Curitiba, uma local bem necessitado que precisa de ajuda!O projeto envolve adolescentes de 12 até 18 anos e visa oferecer um olhar fotográfico para a comunidade...SE VC TEM VONTADE E SENTE NO CORAÇÃO AJUDE!!!NÃO ESPERE ESSA VONTADE SE AQUIETAR!
Por Bruna Nicz.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

O Porvilho nosso de cada dia

Por Ânderson Mendes

Fim de semestre, e cá estou na prova final da disciplina de Seminários 3, matéria a cargo do professor Harmata. Pensar num blog nesta altura do campeonato, 5º período de jornalismo, ao iniciar o semestre letivo fora ao meu ver uma grande prova de aprendizado sobre a minha visão restrita de internet.

Apesar de eu ter dois blog (Fideicomisso e Reflorestar), no mesmo blogspot, não aceitei a idéia, pensei que podiamos - a turma inclusa - trabalhar com o próprio site de jornalismo da UniBrasil, que muitas das vezes que entramos lá é possível ver algumas teias de aranhas, e trabalharmos outras coisas.

Fui lá no Blogger, e fiz a página para a turma, depois de todos nós decidirmos o nome deste blog O Porvilho do Povo. Mas, acho que o mal de leonino que tenho, de ser um pé no saco fez com que eu não participasse do mesmo no 1º bimestre, mas eu vi a turma postando no Blog, e vi matérias super-legais saindo e mostrando o que temos de bom com assuntos não muito comentados na mídia tradicional, ou melhor, convencional, e vi também mentes pensantes decidindo temas, e até gostei da idéia de encrementar mais o blog, mudando o layout e participando ativamente.

Abrir meus olhos para mais uma nova janela em nossa profissão fez com que eu não visse o blog mais como uma má idéia. Acho que tem certas empecilhos em nossa faculdade que não tem nada a ver com as atividades que devemos aprender. Se a faculdade não nos corresponde, então não devemos misturar certos ódios com as atividades boas que podemos exercer como estudantes. Às vezes pode parecer que tenho uma mente conservadora para certas coisas, mas nem é isso, apenas tento tirar uma razão de certas coisas, e claro, podemos errar, mas antes de errar de verdade temos a chance de corrigir, mas chega de filosofia barata.

O blog está aí, e muito divertido para quem passa por aqui, a meu ver, ele está crítico, ponderoso, e até mesmo encontramos parcialidades, mas tentamos fazer jornalismo de forma coesa... particulamente estou feliz pelo resultado, por ver que a turma toda deu um palpite aqui e ali no trabalho um do outro, sempre pensando na melhoria.

A prova final ainda está aí, mas eu não fiz a última entrevista que o professor solicitou, meu entrevistado não é do Brasil e até agora não respondeu meu mail, mas gostaria de recordar a melhor entrevista que já fiz em toda a minha perspectiva profissão, com o Joseph Henry Vogel (Abaixo deste post).

Gostaria de agradecer a toda turma pela paciência, pela preocupação em esperar os posts atrasados e que lembraram que a postagem era tal dia e assim indo. Abraço aos leitores e amigos que passam por aqui. Boas férias, mesmo que curta. E continuem tratando o blog como nosso e de cada dia... continuemos...

O Brasil sob a visão de Vogel

Por Ânderson Mendes

Joseph Henry Vogel, PhD é Professor titular do Departamento de Economia da Universidade de Porto Rico, e concedeu uma pequena entrevista, em português, por e-mail durante a semana. Em suas atividades recentes, desenvolve um projeto sobre Geopiracy, com outros estudiosos, e desenvolve também projetos sobre economia e meio ambiente. Nesta entrevista, ele fala do grande desenvolvimento do Brasil no cenário internacional, comparando-o à Irlanda de alguns anos atrás, que saiu de uma pobreza absoluta, e hoje é um dos países mais ricos da Europa. Ainda que o país construa uma boa posição no cenário internacional, na visão de Vogel serão necessárias algumas décadas para que o Brasil alcance a maturidade na forma de cuidar do seu meio ambiente e garantir uma política internacional mais precisa com os países vizinhos em questões econômicas. Para ele, a cultura nacional se mostra compenetrada nos países desenvolvidos e industrializados, produtos nacionais são observados com freqüência pelo fator dinâmico que a diversidade racial garante a um setor crescente numa economia diversificada.

Leia na íntegra a entrevista:

1 – O Brasil nos últimos anos tem se mostrado muito presente em discussões internacionais. Isso tem se mostrado positivo?
Há sido positiva a forma como o Brasil tem superado a pobreza com projetos sociais e os avances tecnológicos implementados rumo ao seu desenvolvimento econômico; mas negativa quando se observa que o Brasil sofre de uma violência inimaginável e um desmatamento em grandes proporções que deixa a desejar aos olhos dos países desenvolvidos.

2 – Casos como violência urbana, taxa de mortalidade alta, crimes em que a sociedade brasileira, hoje, enfrenta. O Brasil pode mudar esse quadro?
Pode mudar sim. Mas requer uma discussão sincera e pública sobre coerção mútua que é também mutuamente acordada (em relação à presença da polícia nos centros urbanos, o controle sobre armas e munições, os impostos para financiar a saúde pública, limites sobre mudança de usos de solos, os efeitos dos transgênicos, etc.).

3 – Como você vê a atual economia brasileira no cenário interno e internacional?

O Brasil recuperou-se incrivelmente em termos econômicos, o que é evidente quando se observa o meio de bens de consumo. A subida do real em relação ao dólar é outro indicador que o governo brasileiro adquiriu, igualmente, controle sobre a situação fiscal do país.

4 – O Brasil deve investir em países da América Latina?
Os investimentos realizados em outros paises, neste caso, países latino-americanos, podem dar ao Brasil uma possibilidade de aproveitamento de sua posição negociadora, por tratar-se de um país mais forte, em relaçào às compensações e à distribuição da poluição resultante deste processo de inversão. Com o Mercosul, imagino que não pode haver discriminação contra investidores brasileiros em países muito mais pobres, como é o caso da Bolívia ou do Paraguai. No entanto, deve ser mantida uma estratégia de crescimento que não venha acompanhada de investidores estrangeiros que induzam efeitos ambientais negativos por causa de investimentos e da política alterada pela corrupção que muitas vezes se encontra presente em vários mega-projetos e acordos bilaterais.

5 – Quanto ao interesse de o Brasil entrar no Conselho de segurança
da ONU, é viável que isso seja necessário?

É viável e de certa forma necessário para que os países em vias de desenvolvimento tenham uma voz ativa nesta Organização. Como o Brasil é um país enorme e que não vai resolver seu problema econômico ou ambiental nas próximas décadas apesar de um forte desenvolvimento, este poderá representar os outros paises em vias de desenvolvimento nas mesas de debates e discussões com os países industrializados e ricos.

6 – A política externa brasileira está indo de acordo e com respeito aos países vizinhos?
Os conflitos são vários: entre o Brasil e a Bolívia, sobre os investimentos que não beneficiam suficientemente a Bolívia; entre a Venezuela e o Brasil sobre o álcool e a segurança alimentícia; entre a Argentina e o Brasil sobre o domínio dos demais, já que aquele não quer assumir uma posição de inferioridade nos fóruns políticos internacionais.

7 – Meio ambiente: O Brasil deve restringir mais o acesso de Estrangeiros interessados na Amazônia? Isso implica em que?
Definitivamente, NÃO. A diretriz vigente em relação a esta discussão é apenas uma cortina de fumaça para proteger os interesses relacionados à extração de madeira, à exploração de recursos minerais, à construção de novas rodovias, etc., frente a qualquer reportagem negativa que venha a resultar da continuação indevida de ditas atividades. A atenção dos meios de comunicação está centrada unicamente na Biopirataria, que é uma causa injustificada ou FALSA pelo motivo de existirem métodos muito mais efetivos para pôr em prática a proteção do acervo genético brasileiro (por ex., apoiar um cartel sobre a biodiversidade onde não importa de onde venha o recurso genético, a única coisa que realmente deve importar é a identificação de outros países onde dito recurso pode também ser encontrado, ou seja, os países que possam vir a reivindicar seus direitos por terem tido o cuidado de preservar também suas florestas, onde mencionado recurso se encontre presente. Com isso, no momento da patente, ditos países podem reivindicar, de forma equitativa, seus direitos de participar nos benefícios).

8 – O Brasil tem autonomia para falar de meio ambiente?
Claro que sim, mas autonomia não significa imunidade nem tampouco monopólio. Qualquer pessoa fundamentada, pode e deve ter o direito de comentar sobre o desmatamento brasileiro.

9 – A cultura nacional é vista e respeitada nos demais continentes?
Cada vez mais, por várias razões. A diversidade racial tornou-se quase uma moda nos países industrializados, e nenhum país representa melhor dita diversidade racial além da boa convivência entre as raças que o Brasil. Da mesma forma, a música brasileira, o cinema brasileiro, e até o estilo e moda. Como exemplo podemos citar o das Sandálias Havaianas e dos móveis brasileiros que estão penetrando o mundo desenvolvido.

10 – O que você acha do Brasil, é um país ao qual o futuro reserva
bons rendimentos? (visão geral)

Os economistas folgam que o Brasil sempre foi considerado o país do futuro. Acho que essa troça econômica virá por terra num futuro muito próximo, a partir do momento que o Brasil assumir uma posição cada vez mais robusta internacionalmente (semelhante à Irlanda que uma vez foi associava a uma pobreza absoluta, e agora é um dos países mais ricos da Europa).
Cheguei ao Brasil pela primeira vez em 1981, e ao longo de uma geração humana, voltei em 89, 91, 92, 95, e quase todos os anos a partir de 1995. Portanto, vi mudanças que pensei serem impossíveis quando vim pela primeria vez em 1981. É um fato tecnológico que a taxa de mudança acelerou desde essa época, e só posso agora imaginar o que dita taxa abarcará nos próximos 27 anos de crescimento do Brasil!


As quatro atividades da final

Por: Graziela Fiorillo

Resumo das atividades:

Eu gostei mesmo da atividade que envolveu o Fotojornalismo (foto criança e o urubu) como tema. A reflexão sobre situações que posso vir a passar nesta profissão, foi de grande soma no meu trabalho. Importante também foi compartilhar de diversas opiniões sobre o tema.
Moro ao lado de uma via rápida, presenciei de minha janela um acidente fatal, às duas horas da madrugada de um domingo. Em meia hora já havia socorro e foi constatada a morte do rapaz. Como num passe de mágica em no máximo dez minutos, já havia muita polícia e três fotojornalistas. Antes mesmo do IML chegar, eles registram mais uma imprudência no trânsito.
A minha metáfora aqui mostra que nosso cotidiano é uma “guerra”. No trânsito está sendo necessário criar uma “lei seca” do volante, para que se pare com a impunidade de muitos irresponsáveis. Fome, miséria, corrupção e violência infelizmente fazem parte de nosso cotidiano. Jamais posso pensar que vou fotografar somente teatro e futebol. A denúncia , a ética e a ação social se incluem no meu trabalho. E esta atividade me sublinhou isso.

Entrevista:

Uma amiga Curitibana que reside em São Paulo, Rose Machado de 32 anos, topou me conceder uma entrevista por telefone, contando como é seu dia a dia em São Paulo.

Fale um pouco sobre você e sua profissão:

Sou curitibana e moro em São Paulo faz dois anos. Fiz faculdade de Administração na Faculdade Curitiba e atualmente trabalho no setor de cobrança de um grande banco privado. Tenho diploma e mesmo assim ocupo um cargo de telecobrança de seis horas diárias. O trabalho é tranqüilo, apesar de ser cobrança estou “separada” do devedor por um telefone. E isso é muito bom,
pois pessoalmente é mais difícil de cobrar alguém.

Quais são os prós e contras de morar e trabalhar em São Paulo?

De cara digo para você que a grande vantagem de se trabalhar em Sampa é o salário. Pelo que vi chega a quase o dobro que o mesmo cargo em Curitiba. Adoro morar aqui por essa mistura de culturas, em São Paulo tem um pouco do Japão, da Itália, de Portugal e fora a miscigenação de brasileiros de todos os cantos. Quer comer um legítimo acarajé é fácil, quer comer um “quejim” mineiro é fácil. A diversidade cultural e gastrônomica é imensa, uma cidade que não para. A toda hora, qualquer hora, tem o que fazer.

Agora o ruim, são as distâncias. Trabalho seis horas diárias, levo duas para chegar ao trabalho e o retorno é pior levo quase três horas para chegar em casa...um inferno, mas como dizem por aqui “ Isso é ser Paulistano”.

O que levou você a morar em São Paulo?

O Marcelo (risos). Vim para cá por causa do meu namorado, depois que nos formamos ele conseguiu um emprego irrecusável aqui, então ele me convidou para esta nova empreitada. O namoro acabou , mas minha vontade de permanecer aqui não.

Sua família é de Curitiba existe alguma pressão para voltar a "terrinha"?

Existe, meu Pai nunca aceitou a minha mudança, ele acredita que aqui não tenho a mesma qualidade de vida. Mas minha mãe e meus irmãos adoram, pois sempre vem me visitar e passear.

E você acredita no que seu Pai diz, sobre qualidade de vida?

Em partes sim, pois aqui tudo que vai fazer fora de sua rotina tem que ser muito programado. Sair a noite, tem que se esquematizar com as amigas. Geralmente dormimos naquela que mora mais perto do lugar que vamos. Não é uma cidade confiável para fazer longas distâncias de madrugada.
E em partes não, é só se organizar. Curitiba, guardadas as devidas proporções, enfrenta os mesmos problemas: poluição, trânsito caótico e violência.

Quais são seus planos para o futuro em São Paulo?

Estou desempenhando um bom trabalho no banco e estou para ser promovida. O bom é que posso pensar em financiar um imóvel , uma vez que trabalho em banco e é mais fácil para funcionário. Tive a sorte de fazer ótimos amigos por aqui e estou de namorado novo (risos), então minha vida vai seguir por aqui mesmo. O lado ruim da promoção é que minha carga horária no banco aumenta para oito horas e com o tempo que levo para ir e vir vai ficar mais puxado. Mais vale a pena se gosta do que faz e a onde mora.

Agradeço muito à minha amiga Rose por esta entrevista e espero que tenham gostado de saber um pouco mais da rotina Paulistana.

Web 2.0:

Sucesso entre os amantes da cultura o OVERMUNDO esquenta o debate sobre cultura e aumenta a possibilidade de encontrar uns achados. Cultura mesmo, com tudo que tem direito...literatura, artes plásticas, artes visuais, cinema, teatro e fotografia. Entre no link abaixo e fique por dentro:

http://www.overmundo.com.br/


Mercado de trabalho:

Tribuna do esporte e o Trio de ferro

Paranaense que gosta de futebol, não perde um Tribuna no Esporte. A idéia de fazer jornalismo esportivo somente para o interesse dos paranaenses foi original, ousada e deu muito certo. Os três representantes dos times da capital e mais o Cristian Toledo, acertaram a formula e fazem sucesso. Tanto que outra emissora já tentou imitar o formato sem o mesmo êxito. O programa vai tão bem que eles estenderam. Agora participam ao meio dia na TV, as seis da tarde na rádio e criaram um site chamado
www.triodeferro.com , onde cada um tem um blog que escreve diariamente e possibilita maior interatividade com o público. Amantes do futebol paranaense tem aqui com esta equipe um excelente suporte diário de noticias sobre seu clube do coração.

Pensando e arquitetando a Internet

Por Ânderson Mendes

Web 2.0, este conceito de mídia já existe há alguns anos, e a partir deste pensamento criam-se suposições quanto ao uso dos novos recursos previstos pelas tecnologias. Mas não são somente de suposições que as mídias vêm se desenvolvendo cada vez mais, apesar dessa importância ser relativamente positiva.

Tais ferramentas da web ganharam formas pela melhor interatividade que aconteceu ao juntar em um tipo de mídia, informações de cunho pessoal, ou seja, muitas informações hoje estão providas do usuário que a arquitetou. Por exemplo: na internet, existem sites que iniciaram suas atividades catalogando endereços que usuários tivessem maior conectividade, isto numa conta pessoal feita a partir do catálogo. O Delicious, hoje, é o principal site que tenta utilizar uma construção de idéias, quase sendo um portal, mas com característica independente.

Essa gestão de conteúdo, necessariamente arquitetou outras formas de se fazer gestão, e inúmeros portais se aperfeiçoaram desta invenção para web, e de bom grado, elas vão se mostrando eficazes, pois de certa forma estas ferramentas vão associando vários tipos de mídias, mesmo não interligadas numa única página.

Esta ligação, de texto, imagens, vídeos e outros ocuparem a mesma página, foi preenchendo muitos sites, portais como o G1, da Globo.com evidencia com grande acuidade esta nova face/fase para a internet, o que se mostra, novamente, eficaz para quem gosta de maior interação, e melhores detalhes quando uma notícia lhe é interessante.

Essa nova face está com outras grandes características que foram somadas de outras mídias, como do impresso, TV, rádio, e outros... Neste caso, a nova internet procura novos caminhos (Youtube, Deezer, Blogger), ou seja, onde ela se materializar agora, tendo esse objetivo, terão de ser refeitos novos recursos para que essas mídias não estejam fadadas a falta de meios de comunicação.

Avaliação das atividades

Por: Juliana Antunes
Bom, chegamos ao final de mais um semestre. E nesse momento sou encarregada de escolher uma atividade da disciplina Seminário III e avalia-la.
Vamos lá; gostei muito de todas atividades, penso desculpas para o tão querido professor Felipe Harmata se eu não correspondi às espectativas. Deixei de postar algumas vezes no blog, não é a toa que cá estou fazendo final... Enfim, resumindo a disciplina teve pontos favoráveis e com certeza marcantes. Um deles foi quando discutimos em sala sobre se tiravamos ou não tiravamos a foto que Kevin Carter tirou. Outra aula que me deixou muito supresa foi a da entrevista coletiva. A primeira com João Pedro, Sheila e Tamie e a segunda com Gisleine, Eduardo e Eder. Saber um pouco mais sobre as pessoas com as quais você divide a sala é muito importante.
A primeira postagem no blog também é inesquecível. Eu falei sobre pedofilia, um assunto polêmico e muito delicado. Com o passar das postagens e meses vemos que nossos textos melhoram (ou não?), enfim pode não parecer, mas tirei muito proveito dessa disciplina. Vou lembrar sempre do NÃO NEM SEMPRE, dos nossos projetos e das entrevistas que fiz.
Critica negativa, até o presente momento, não tenho. Enfim, termino aqui minha série de posts. Desejando BOAS FÉRIAS a todos meu colegas e amigos! E que venha o 6° JOAD!

Geração Y e a Cuba

Por Ânderson Mendes

A internet para a realidade social de Cuba, na visão de países ocidentais e democráticos, vive num isolamento ideológico abismático, quando é possível observar uma necessidade que o povo há anos tenta obter: a expressão de seu pensamento.

Em países com pobreza absoluta e que sofre algum tipo de domínio político autoritário, garante a blogueiros métodos de como driblar as autoridades. Essa é a realidade de Yoani Sánchez, formada em lingüística há 32 anos, e residente da capital cubana, Havana.

Há alguns meses seu blog, o Geração Y, tem feito bastante sucesso em seu país, e pelo mundo, e foi alvo do bloqueio feito pelo governo cubano, desde que o site recebeu mais de 1,2 milhões de acessos.

Sánchez, em entrevistas, se diz uma cidadã reduzida pelo governo. "Então, os censores anônimos do nosso famélico ciberespaço tentaram me trancar em um quarto, apagar a luz e não deixar meus amigos entrarem", escreveu ela em seu blog.

O blog Geração Y, conta a vida diária da cidadã cubana, e expressa a realidade nacional, de uma população que espera de um governo mudanças na economia e na política, e que mesmo após a entrada do novo presidente em Cuba, Raul Castro, irmão de Fidel Castro, não tem feito mudanças importantes.

Apesar de não ser jornalista, a lingüista ganhou um espaço muito importante para pesquisadores entender o processo de mudança no país, e que seu sucesso no blog fará com que as pessoas, entendam com mais acuidade a abertura da política econômica de Cuba, o que Castro já sinalizara.

A internet em Cuba tem o uso limitado, e o custo caro.

Forte nacionalismo, fotos por NY Times.


Clique aqui e entre no Geração Y.

Web 2.0

Por: Juliana Antunes
O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da WWW (World Wide Web), tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A idéia é deixar o ambiente on-line mais dinâmico e que os usuários colaborem para a organização de conteúdo. Dentro deste contexto se encaixa a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas.
Mas além da Wikipedia podem ser considerados casos recentes de sucesso em Web 2.0, o Flickr (compartilhamento de imagens), O YouTube (compartilhamento de vídeos), entre outros.
Um caso recente de sucesso, e febre entre os internautas, referente a Web 2.0 é o YouTube. Hoje em dia é mania de filmar algo e logo depois posta-los na Web, faz com que o site seja recorde visitações e login/dia. Já existem celulares que você pode filmar e quando for salva-lo no aparelho tem a opção de posta-lo no YouTube.
O portal de utilidades Hagah também é um sucesso recente. O portal disponibiliza para o usuário um espaço para o mesmo fazer sua própria agenda, e essa agenda pode mais tarde, ser compartilhada com os demais usuários.
Site de compartilhamento de vídeos, os usuários pode postar vídeos e fazer comentários sobre eles.

Compartilhamente de dados,informações sobre diversos assuntos. Enciclopédia virtual.

Nume Teixeira e o jornalismo

Por: Juliana Antunes
Nume Teixeira, jornalista, chefe de edição, uma apaixonada pelo ser humano e suas histórias. Nume, uma gaúcha com muita bala na agulha conta um pouco sobre sua vida e experiências jornalísticas.

Nume, quando você pensou pela primeira vem em ser jornalista?
Na cidade onde eu morava (Santa Maria-RS), fui trabalhar em uma rádio, na época meu cargo era para limpar os Vinis. Quando a rádio ia ao ar, o locutor pegava um papel com recortes das principais matérias do dia para ler. Eu pensava comigo que aquilo não era jornalismo, e então eu precisava de alguma maneira mudar aquilo. Foi então que pensei em fazer jornalismo.

Hoje após alguns anos como jornalista, como você definiria sua profissão?
Encantadora, se eu não fosse jornalista não saberia qual profissão eu iria seguir. Vejo meus irmãos uns advogados outros engenheiros, todos muito bem de vida financeiramente, eis então que olho pra mim, não tenho muitos bens matérias, mas a bagagem de vida que tenho certamente eles não tem. Sou realizada por fazer aquilo que gosto, e hoje mais do que nunca eu posso dizer que acertei na mosca em escolher ser jornalista.

Sua trajetória incluiu jornais de peso no cenário nacional, como foi essa experiência?
Comecei no Zero Hora (RS), depois fiquei alguns anos no Diário Catarinense (SC) e cerca de 10 anos na Folha de São Paulo (SP). Todos esses jornais me trazem lembranças boas, digo que cada um foi um momento diferente. Lembro de muitas coisas marcantes. Quando comecei no Zero Hora lembro de como eu era inexperiente, mas os colegas sempre me ajudavam; fui crescendo como profissional, recebi a proposta do Diário. Fui morar em Floripa, não existia coisa melhor. Daí fui para a Folha, também foi uma experiência muito marcante, e hoje estou em Curitiba. Já deu para perceber que não paro quieta em lugar algum.

E hoje, o que você planeja para seu futuro?
Bom, eu já tive uma agência de notícias, na época eu não estava tão engajada nesse projeto mas hoje vejo que esta na hora de repensar e colocar em prática novamente. Tenho muita vontade de trabalhar com cinema e foto. Estou procurando algumas parcerias para colocar um projeto que envolve cinema em prática.

Como você “vê” esses novos jornalistas que estão entrando no mercado?
Tem muita gente boa, mas também tem muitos que procuram glamour e não o verdadeiro conceito jornalístico. Às vezes fico pensando, tem muito jornalista em começo de carreira que se vende. E não é bem assim, a essência da nossa profissão é ir em busca de ideais, da verdade e muitos por dinheiro deixam isso de lado. O jornalismo brasileiro tem que passar por uma reformulação.

Ao longo de sua carreira, qual ou quais foram as experiências mais marcantes?
Uma vez, era véspera de Natal, eu e um colega íamos fazer uma pauta sobre a data, mas não queríamos que fosse igual as demais que tivesse o seu “algo a mais”. Eis então que tivemos a idéia de nos vestir com roupas bem surradas e saímos em busca de um lar para passar aquela noite. Nós não nos identificávamos, tanto que os moradores pensavam que éramos mendigos. Em uma casa, de uma família bem humilde batemos e fomos recebidos como se fossemos da família. Sentamos a mesa com eles, brindamos, e quando fomos nos despedir, ai sim, contamos que éramos jornalistas. Foi uma surpresa, alguns choraram outros duvidaram. Mas uma coisa ficou guardada aquele dia, a compaixão para/com o próximo.

terça-feira, 1 de julho de 2008

CQC sucesso nas segundas-feiras da BAND

Por: Juliana Antunes
Irreverência aliada com bom humor e jornalismo. Assim é o CQC (Custe o Que Custar). Programa exibido todas as segundas-feiras desde o dia 17 de março deste ano, na BAND. Com humor inteligente, audacioso e muitas vezes ácido, o programa faz um resumo semanal das notícias, e nessa varredura dos fatos importantes, sob o olhar atento do CQC, ninguém escapa. No comando do programa esta Marcelo Tas, e junto dele Rafinha Bastos e Marco Luque assumem a bancada.
O CQC é o caso mais recente de sucesso e inovação na TV aberta brasileira. O programa tem picos de audiência considerados bom para o horário e para a emissora que é exibido. O interessante é que o programa caiu no gosto da galera também na internet. O quadro mais esperado pelos telespectadores é o “TOP FIVE”, uma seleção dos melhores da semana.
O programa é ao vivo e seus apresentadores têm a missão e comentar livremente os principais assuntos da semana. O programa também conta com um time de repórteres – Rafael Cortez, Danilo Gentili, Felipe Andreoli e Oscar Filho, além do próprio Rafinha Bastos – munidos de microfone e muita cara de pau, os cinco saem às ruas com uma ÚNICA prioridade, perguntar o que ninguém teve coragem.

Trajetória dos integrantes do CQC

Marcelo Tas - apresentador
Nascido em 1959, é um dos profissionais mais polivalentes da mídia brasileira: jornalista, ator, apresentador, roteirista e diretor de diversos programas de televisão e rádio. Ficou nacionalmente conhecido pelo seu personagem humorístico Ernesto Varela, repórter fictício que ironizava personalidades com perguntas desconcertantes durante a abertura política. Também foram marcantes suas participações nos programas Vídeo Show (Rede Globo) e Vitrine (TV Cultura), bem como sua atuação como ator, diretor e roteirista de programas premiados internacionalmente, como as séries Rá-Tim-Bum (onde interpretava o Professor Tibúrcio) e o Castelo Rá-Tim-Bum (Porque Sim Não É Resposta). Ao lado de Lobão e Mariana Weickert, apresentou o talkshow Saca-Rolha (Play TV). Na mídia impressa, Tas já escreveu para os jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo; e foi colunista das revistas Trip e Isto É. Na área educativa, Marcelo criou o game "Beco das Palavras" para o Museu da Lingua Portuguesa; e foi o Coordenador de Criação do Telecurso da Fundação Roberto Marinho. Atualmente, Marcelo é autor e apresentador do Blog do Tas no portal de internet UOL.

Rafinha Bastos - apresentador/repórter
O ator e jornalista Rafinha Bastos nasceu em 1976, em Porto Alegre. Apaixonado por televisão teve suas primeiras experiências com produção de vídeo aos 7 anos de idade. Sua diversão: sonorizar "Tom e Jerry" com os LPs cubanos de seu pai. Após a conclusão do curso de jornalismo, viajou para os Estados Unidos com planos de investir em uma outra carreira: jogador de basquete. Hoje, se afirma com ator polivalente, com shows no melhor estilo Stand-up Comedy americano, além de atuar em diversas campanhas publicitárias.

Marco Luque - apresentador
Jovem ator dotado de versatilidade para interpretação e com extraordinário talento cômico, atualmente faz parte do elenco fixo do Grupo Terça Insana, onde ele apresenta alguns de seus personagens. Luque já atuou no show Comédia ao Cubo, do Astros Bar e no grupo Companhia dos Ícones e em peças como "Quando as Máquinas Param", de Plínio Marcos. Atualmente divide seu tempo com os shows do Terça Insana, Locutor, Mestre de Cerimônia, comerciais e também como artista plástico preparando sua próxima exposição.

Danilo Gentili - repórter
Um dos principais destaques da nova geração de humoristas da Grande São Paulo, Danilo Gentili nasceu em 1979 na cidade de Santo André. Publicitário, humorista, escritor e cartunista, subiu oficialmente no palco pela primeira vez em 2005. Fundador da Comédia ao Vivo, show de humor em plena ascensão na noite paulistana, integra também o Clube da Comédia Stand-up, principal grupo do gênero no país. Transita por outros festivais e shows como o Comédia Em Pé, no Rio de Janeiro, e o Risorama, mostra oficial de humor do Festival de Teatro de Curitiba. Danilo tem compromisso com a originalidade e a renovação do material humorístico, encara o público de cara limpa e jamais deixa seus shows caírem em anedotas populares, piadas prontas ou textos que não sejam de sua própria autoria. Com uma forma bastante particular de enxergar o mundo, Danilo é um dos principais divulgadores da Comédia Stand-Up no Brasil.

Rafael Cortez - repórter
Ator, músico e jornalista, Rafael Cortez integrou a Cia 4 na Trilha, viajando por todo país. Apresentou o espetáculo Os Saltimbancos, junto com a orquestra do Projeto Guri, na Sala São Paulo, e no Festival de Inverno de Campos do Jordão. Atuou também em diversas campanhas publicitárias e fonográficas.



Felipe Andreoli - repórter
Felipe Andreoli começou na TV Record aos 19 anos, atuando como produtor. Em seguida, fez sua efetiva estréia no vídeo como repórter em TV por assinatura. Em 2001 ingressou na TV Cultura onde atuou como repórter, vídeo-repórter, e em 2006 chegou a apresentador do Jornal Cultura Meio-Dia. Em janeiro de 2007, transferiu-se para a Band, onde atuou como repórter esportivo. Ministra cursos pelo Comunique-se desde 2004.

Oscar Filho - repórter
Oscar Filho é ator e humorista. Formado pelo INDAC em 2003, esteve em montagens como As Bruxas de Salém de Arthur Miller e A Serpente de Nelson Rodrigues. Foi indicado como Melhor Ator no prêmio Coca-Cola Femsa de Teatro 2004 com o espetáculo A Matéria dos Sonhos. Está há 3 anos em cartaz com o Clube da Comédia Stand-up em São Paulo e Campinas.

O público-alvo do programa são pessoas com a predisposição de ver humor e após um dia de trabalho se “deleitar” com as sátiras promovidas pela equipe CQC. O programa não requer um nível alto de intelecto, mas os telespectadores precisam estar antenados no cenário atual das notícias e noticiários.O programa não é ainda um grande sucesso, mas tudo esta se encaminhando para isso. Constantemente seus índices de audiência estão subindo e agradando a emissora. E o grande diferencial para que o programa tenha tamanha aceitação é a irreverência. Desde política, economia, cultura, esporte ou celebridades, o programa vai onde houver notícia ou algum fato relevante. De acordo com os apresentadores, o CQC já incomodou muita gente importante. FormatoO formato importado pela Band da Eyeworks-Cuatro Cabezas e co-produzido no Brasil pelas duas empresas faz sucesso há mais de dez anos, recebeu 7 indicações ao International Emmy Awards e tem versões no Chile, Argentina, Espanha e Itália. O CQC mantém semelhanças com o humor engenhoso do Daily Show e a acidez de Michael Moore. No entanto, a produção 100% nacional garante a identificação com o público daqui. Ou seja, é um formato importado, mas totalmente adaptado ao perfil do brasileiro.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Obrigado Você!

Por:Gael Gonçalves

turma de Jornalismo!
OBRIGADO VOCÊ QUE COMENTOU NO NOSSO BLOG,GOSTARIA DE AGRADECER AOS ENTREVISTADOS QUE PARTICIPARAM DAS NOSSAS ENTREVISTAS,REDUNTANTE MAS É ISSO AI!QUERO TAMBEM AGRADECER AOS COLEGAS DE BLOG PELO ESFORÇO,PELA DEDICAÇÃO,PELAS MATÉRIAS IMPORTANTES,DESCONTRAÍDAS,PELA INTENÇÃO DE COLABORAR OU CRIAR DE ALGUMA FORMA.OBRIGADO AO PROFESSOR PELA OPORTUNIDADE DE ABRIR ESSE ESPAÇO...ENFIM SÃO TANTOS AGRADECIMENTOS A TANTOS QUE SE ESQUECI DE ALGUEM,ME DESCULPE! MAS SAIBAM QUE AGRADEÇO DE CORAÇÃO PELA OPORTUNIDADE DE POSTAR E EXPRESSAR NOSSAS IDEIAS DE ALGUMA FORMA!ALEM DE AGRADECER,QUERO TAMBEM PEDIR DESCULPAS PELAS MATERIAS QUE DEIXARAM A DESEJAR,PELOS ERROS,PELAS FALHAS,PELO EXAGERO,PELA REDUNDANCIA...


QUERO AINDA DIZER AOS MEUS AMIGOS QUE SE EM ALGUM MOMENTO EU OS DESAPONTEI,EM PALAVRAS,EM OLHAR,EM AÇÕES,EM MATERIAS,EM AMIZADE,EM QUALQUER CIRCUNSTANCIA ,MOMENTO,TEMPO...ME DESCULPE!

SE EU ESQUECI DE VOCE,SE TE FIZ MAL,SE TE MAGOEI,SE TE FERI,SE TE MACHUQUEI,SE TE FIZ CHORAR,SE TE SUFOQUEI,SE TE FIZ SOFRER,SE NAO SORRI PRA VOCE AQUELE DIA EM QUE ESTAVA PRECISANDO DE MIM....MEU AMIGO,MINHA AMIGA SE EU FALHEI COM VOCE ME DESCULPA!APROVEITO ESSE MOMENTO PARA ESCREVER E DIZER QUE COM TUDO O QUE TEMOS PASSADO AO LONGO DA FACULDADE EU ESTOU APRENDENDO...A DESCULPAR E PEDIR DESCULPAS,ENTENDER,COMPREENDER,ANALIZAR,RESPEITAR O OUTRO!

EU APRENDI QUE TENHO A MINHA VISAO DE MUNDO E VOCE TEM A SUA, MAS EU TE RESPEITO POR ISSO...PODE ME JULGAR,MAS EM ALGUM MOMENTO VAI SER JULGADO TAMBEM,PELAS SUAS PALAVRAS,PELAS SUAS ATITUDES,PELAS SUAS FALHAS...VIVEMOS E APRENDEMOS O TEMPO TODO! AGRADEÇO A DEUS POR TODAS AS PESSOAS QUE PASSARAM NA MINHA VIDA ATE HOJE NESSE 2008 E FIZERAM A DIFERENÇA,QUE MUDARAM MEU CONCEITO,QUE MUDARAM SEU CONCEITO E UM NOVO JEITO DE OLHAR A VOLTA! VOCE QUE ME FEZ SORRIR ,VOCE QUE ME FEZ CHORAR,VOCE QUE ME CRITICOU,VOCE QUE ME ELOGIOU....EU APRENDI COM VOCE!OBRIGADO....


E MAIS UMA VEZ AGRADEÇO VOCE QUE LEU E COMENTOU...




FRASE DO DIA:"Dizem sempre que o tempo muda as coisas, mas na realidade somos nós próprios quem tem de as mudar."(Andy Warthol)

terça-feira, 24 de junho de 2008

Perfil Sanderson e Samuelson


Por: Juliana Antunes

Sanderson e Samuelson, a dupla que conquistou o Paraná vai conquistar o Brasil. Juntos desde 1997, a dupla vem sagrando-se umas das mais conhecidas pelo pessoal que curte sertanejo e moda de viola. A dupla já possui composições próprias que só tendem a cair no gosto da galera. Conheça agora um pouco sobre essa dupla:
Luiz Fernando e Gabriel, mais conhecidos como Sanderson e Samuelson, se conhecem desde criança, e desde esses tempos a dupla já firmava a parceria. Luiz Fernando natural de Fortaleza e Gabriel de Curitiba, os dois juntaram seus gostos pela música e foram em busca de um só objetivo, o sucesso. Antigamente os dois não eram adeptos a esse estilo de música, por exemplo, Luiz adorava heavy metal e Gabriel influencias do rock antigo, como por exemplo, Queen. A partir de então os dois passaram a ser mais tolerantes com seus ouvidos e acabaram se rendendo aos variados estilos. Hoje em dia a dupla atualiza seu repertório constantemente para os shows e apresentações... O diferencial da dupla é misturar sertanejo e humor, isso torna a irreverência o carro chefe da dupla. O maior sonho deles é um dia poder ir ao Faustão e Jô Soares. Certa vez a dupla criou um site e nele continha a biografia. Acompanhe agora a trajetória de Sanderson e Samuelson.


Sanderson nasceu em Mucajaí - RR, de família humilde, começou a trabalhar aos 7 anos de idade na lavoura. Aos 14 anos achou um violão jogado em uma plantação de mandioca, rapidamente ele o pegou e levou para casa, toda a família se alegrou, e assim começou seu interesse pela música, 2 meses depois ele começou a cantar e tocar, e todos diziam que ele era muito talentoso. Certa vez participou de um festival de música no qual conhece Samuelson... Samuelson nasceu em Normandia - RR, seu pai era caminhoneiro e ele o ajudava com fretes para Mucajaí. Ele sempre gostou de música e todos os vizinhos adoravam ouvir sua voz quando cantava músicas de Tião Carreiro e Pardinho, que até hoje fazem parte do repertório da dupla. Samuelson numa dessas entregas com seu pai ficou sabendo do festival e lá ambos cantaram e começaram a cultivar uma grande amizade...
Samuelson foi convidado para um churrasco de pão com lingüiça na casa de Sanderson, no qual puderam se conhecer melhor e todos achavam que eles formavam uma grande dupla. Depois desse dia resolveram formar a dupla Sanderson e Samuelson... Depois de um ano as coisas mudaram e começaram a pegar formato, a dupla atualmente é disparada a revelação no sertanejo, e vindo com força total para 2008, a carreira desses garotos promete.



Considerando que: logo quando uma dupla sertaneja faz sucesso e que a partir do momento que adere os nomes artísticos as coisas mudam, com Sanderson e Samuelson não foi diferente.
Veja aqui vídeos da dupla:
Respondendo e-mail dos fãs
Lançamento da música "Peão Solitário"

Finance for Kids

Por Ânderson Mendes, Bruna Nicz e Simone Vitorino

Finanças para crianças - Livro ensina como orientar seus filhos na nobre arte de lidar com dinheiro
Veículo: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/474/seudinheiro/financas_para_criancas.htm
Meio: Internet & Revista
Periodicidade: Semanal e Atualização Periódica
Linha Editorial: Economia
Editora Três / Terra.com.br

Projeto de nova mídia: A idéia é orientar crianças para brincarem com jogos e softwares com matemática financeira no seu computador e na internet, assim desenvolvendo sua criatividade para o mercado financeiro.
A criança trabalha desde cedo como gastar seu gastos, que são de curto, médio e longo prazo, com a matemática financeira em jogos é possível fazer com que as crianças adiquiram um novo hábito.
Poderão utilizar da seguinte forma, cada nível equivale a idade da criança, são 3 etapas: mirim, meninos e meninas e jovens.
Conforme o uso será realizado um torneio nacional no começo de cada ano equivalente ao ano anterior e etapa oferecida. Todos as regras estarão disponíveis em regulamentos.